Blog do Ap Josué Barbosa

sábado, 4 de setembro de 2010

A COMUNHÃO NO DISCIPULADO

At 2:42-47


INTRODUÇÃO
Na medida em que pessoas se convertiam, na igreja primitiva, nasciam necessidades comuns, ao mesmo tempo em que os líderes procuravam soluções para tais necessidades. Então, desta forma, em nossos dias acontece o mesmo. Quando falamos de necessidades, não estamos nos relacionando apenas às físicas ou financeiras, e sim a todas. Quando nos convertemos, entramos na Canaã, a Terra prometida, no entanto, apesar desta terra (nova vida) manar leite e mel, ou seja, ser uma vida abundante (JO 10:10), existem lutas diárias, primeiro para a conquista, e depois para a permanência na terra, isto é, a consolidação da conquista.Hb 10:32-38. Como foi com Israel Será conosco. Com isso, se faz necessário a comunhão, isto é, o povo de Deus buscar junto soluções para crises coletivas ou individuais, por isso, quando você estiver passando por qualquer dificuldade, primeiramente saiba que é natural, e tenha a convicção de que deve procurar seu (sua) líder, ele (a) com certeza te ajudará.

A PERSEVERANÇA NA DOUTRINA
Existem estudos ministrados na igreja, que são fundamentais para uma vida cristã genuína. Estudos doutrinários, ao contrário que muitos pensam, não são usos e costumes e sim, um fundamento bíblico, uma regra de fé e prática. Uma doutrina bíblica está mais relacionada com a mudança de atitude interior do que exterior de um indivíduo, pois são mudanças profundas no interior de cada indivíduo que produzem boas condutas externas. O que vem a seguir neste texto das Sagradas Escrituras é um reflexo de mudanças profundas realizadas pelo Espírito Santo na vida de cada um, pois os novos convertidos no Evangelho tinham tudo em comum e havia partilha, em nossos dias há uma dificuldade tremenda nesta área, de compartilhar o que tem. Em Ef 4:11, vemos o ministério quíntuplo na igreja, com vista ao aperfeiçoamento dos santos, estes são responsáveis pelos ensinamentos na casa de Deus. Por outras palavras, é importantíssima a freqüência aos cultos na igreja. Desta forma, os discípulos têm de serem estimulados a uma freqüência regular na célula e nas programações da igreja. Isto vai produzir um crescimento Espiritual a todos.

NA COMUNHÃO
Ter comunhão antes de qualquer coisa é importar-se verdadeiramente pela causa de cada um, em uma coletividade. Rúben, Simeão e a meias tribo de Manasses, receberam suas possessões antes das demais tribos. No entanto, foram convocadas a colaborarem com as demais em sua conquista. Em nossos dias não é diferente, não deve haver competição entre líderes e sim ajuda mútua, pois, todos, trabalhão para o mesmo Deus, e estão sob a cobertura de um mesmo LÍDER. O que nos leva a querer o bem comum. Pois o sucesso de um é o de todos, assim como também o fracasso. É, antes de tudo, abrir espaço para o amor altruísta, que se manifeste em favor do próximo, que realiza em favor do próximo. Em fim, é ter tudo em comum, v. 44. É compartilhar nas orações, na ajuda mútua.

NO TEMOR

Temer, não é ter medo, e sim, respeito pelas coisas de Deus, e, sobretudo, prazer em realizá-las. E isto se manifesta no respeito aos líderes, às autoridades, aos pais. E, principalmente é saber que o SENHOR é fiel e cumprirá sua palavra. Muitos desprezam o ensinamento da Palavra, com isso desrespeitam ao Senhor. Temer ao Senhor é ter zelo pela sua obra. A igreja primitiva experimentou o êxito por que “em cada alma havia temor” não era em alguns, e sim, em todos. Somos um corpo bem ajustado, visando sempre à glória de Deus e não a promoção pessoal.

RELACIONAMENTO

Relacionamento é a palavra de ordem na igreja primitiva, dos vers. 44 a 47, relata as ações que geram um relacionamento sadio. Entretanto, em nossos dias existem discípulos que só querem sugar de seus líderes, acham que eles são obrigados a estarem vinte e quatro horas por dia a sua disposição, não se preocupam como eles estão. Os discípulos devem amar seus discipuladores, ajudá-los em oração, ou da maneira como puder. No entanto, o que vemos em alguns discípulos são atitudes egoístas, quando acham que estão bem, depois de terem sido ajudados por seus líderes, simplesmente os abandonam e com isso, perdem a benção, pois Deus é justo. Em contrapartida, os líderes devem estar preparados para a ingratidão, pois ela virá de um ou de outro, e por sua vez, para as perdas. No entanto, crendo, que os verdadeiros discípulos não abandonam seus mestres, João 6:66-71. Pó outro lado, têm líderes que não se esforçam o suficiente por seus discípulos e ainda querem ter multidões. Relacionamento é entrega total, é viver em função de Deus e do próximo, neste caso o próximo é a comunidade cristã em que está inserido.

CONCLUSÃO

Deus nos chamou para vivermos em comunidade, devemos aprender a compartilhar o que temos, pois na casa de Deus não tem espaço para egoístas. Aquilo que o SENHOR nos dá é pela sua infinita misericórdia. Em I Cor 13:5, diz que o amor não procura seus próprios interesses. Agindo assim, construiremos uma verdadeira família.

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